QUEM PRESERVAR TERÁ RETORNO

Muito me interessou uma matéria publicada no Jornal O POPULAR do último dia 19 deste mês de fevereiro de 2011, no caderno de Economia, com o seguinte título:

É um programa lançado em todo território nacional, com o objetivo de premiar grupos de produtores e proprietários rurais, que têm em suas propriedades as áreas de preservação exigidas por lei, e até áreas superiores que estão preservadas.

Hoje, essas áreas devem existir no papel e de fato, mas o proprietário rural nada recebe por ela, não pode plantar, criar gado, na linguagem do produtor, é uma área perdida.

Para aderir ao programa, deverá ser formado grupos de 20 proprietários rurais, sendo que suas áreas passarão por um inventário de potencialidades. Sendo aprovado, assinam contrato com a empresa que formalizará um plano de negócios, que deverá ir a conhecimento da população através de audiências públicas. Sendo aprovado, passa a fase seguinte que é a captação de recursos, que serão repassados aos proprietários dessas áreas, que se tornarão fieis depositários, podendo investir em tecnologias e outras ações que venham agregar mais valores aos produtos produzidos, sem destruição do meio ambiente.

Claro que quando alguma propriedade rural não se enquadra, exigências deverão ser feitas pela equipe que estará comandando e elaborando o plano de negócios e ações, portanto, vale a pena se informarem quanto às exigências legais coletivas e individuais, antes da adesão ao programa.

Hoje se comenta sobre valores que podem chegar a R$ 2,5 mil por hectare preservado, o que realmente é interessante para uma área hoje sem "nenhuma utilidade" comercial dentro da propriedade.

O site para consulta é: www.brasilmataviva.com.br onde os interessados poderão encontrar diversas informações.

Vale a pena procurar!

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